A forma haicai funciona para mim como um quebra-cabeça, ajudando-me a pensar, exercitando os neurônios, pois é preciso colocar o tema dentro da forma citada, cuidando para que fique bonito e harmonioso, com sentido e emoção.
Para exemplificar a complexidade do haicai, a série Rosedás que aparece neste blog, a partir do Rosedás II vieram aos borbotões, um atrás do outro, sem a preocupação com a forma. O primeiro é de fevereiro 1977, os outros de junho de 2007 e gastei 40 minutos para produzi-los. Com o haicai gasto um tempo maior buscando atender estas exigências, demorando a encontrar a palavra que contenha a escansão adequada ao tema. Eis porque o haicai me desafia a exercitar a mente. Arrisco-me, portanto, a colocar aqui alguns deles de minha lavra.
Eu não domino a técnica haicai, portanto aceito críticas, orientações e lições de experts sobre o assunto.




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